Invenções no feminino 2

8 03 2016

Stephanie_KwolekStephanie Kwolek, de nacionalidade polaca, sonhava ser médica, mas depois de ter integrado a equipa da empresa de químicos DuPont, abandonou o seu sonho e tornou-se numa das primeiras mulheres a dedicar-se à área da investigação na Engenharia Química. Foi a inventora de um dos produtos mais importantes no campo militar. Através do seu trabalho com cadeias moleculares a baixas temperaturas, descobriu uma solução de polímeros líquidos cristalinos extremamente resistente  – o Kevlar – cinco vezes mais resistente do que o aço e que sobrevive à corrosão e ao fogo. Dadas as suas propriedades, este material é utilizado nos coletes à prova de bala, no fabrico de equipamentos para desportos radicais, nas construções de edifícios e de pontes, nomeadamente, dos cabos para as pontes suspensas.

Fonte: Observador
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Invenções no feminino 1

8 03 2016

Hedy_LamarrHedy Lamarr, de seu nome próprio Eva Maria Kiesler, de nacionalidade austríaca, distinguiu-se na área das tecnologias da comunicação por ser a inventora dos sistemas de comunicação a distância, ao dar os primeiros passos para a criação de sistemas de comunicação militares e, mais tarde, para o desenvolvimento das tecnologias de comunicação móveis.

Em 1942, Hedy Lamarr e o compositor George Antheil, patentearam a invenção e chamaram à invenção “sistema de comunicação secreta”. A partir dele foi possível mudar a frequência de rádio através do qual eram efetuadas as trocas de mensagens durante a II Guerra Mundial, prevenindo que elas fossem encontradas ou modificadas pelos inimigos.

Fonte: http://observador.pt/2015/10/24/7-invencoes-que-lhes-devemos-a-elas-vieram-de-saltos-altos/




Livro bebível consegue filtrar água suja

23 08 2015

livro-filtra-c3a1guaO “livro bebível” é feito de papel tratado e traz informações impressas nas páginas sobre como e por que a água deve ser filtrada. Para filtrar a água adequadamente, as páginas contêm nano-partículas de prata ou cobre, que matam bactérias à medida que a água passa pelas páginas.

Os cientistas fizeram testes em 25 fontes de água contaminadas espalhadas por África do Sul, Gana e Bangladesh. Nos testes, o papel conseguiu remover mais de 99% das bactérias. Segundo os testes realizados pela cientista, uma página pode limpar até 100 litros de água. Um livro inteiro pode fornecer água limpa por quatro anos.

Após as filtragens, a água ficou com um nível de contaminação parecido ao da água que sai das torneiras nos Estados Unidos, segundo os cientistas. Também foram detectados níveis minúsculos de prata ou cobre na água filtrada, mas dentro do considerado seguro.

Segundo a cientista, Teri Dankovich, “Tudo o que você precisa fazer é arrancar uma folha, colocar em um suporte para filtro comum e despejar água de rios, riachos, poços etc, e, do outro lado, vai sair água limpa – e bactérias mortas também.” Isso porque as bactérias absorvem os iões de prata ou cobre enquanto atravessam o papel.