Portugal: o primeiro rei

22 02 2016

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O descanso da pedra

20 02 2016

Era apenas uma pedra que queria descansar…

Mas passaram-se milhares de anos e sofreu muitas alterações…

El creador es Seth Boyden





Celebrar ABRIL! 40 anos

28 04 2014
abril_40_anos                                                                                                 Autoria: Paulo Proença

Para festejar os 40 anos do 25 de abril, a BE trouxe à Escola a exposição “Cor de abril”, gentilmente cedida pela BLX – Bibliotecas Muncipais de Lisboa que estará disponível de 22 a 30 de abril.

E porque o testemunho pessoal é importante e motivador, a BE convidou o Coronel Sousa e Castro, uma sugestão do Diretor do Agrupamento, que, em 1973, na clandestinidade, integrou a Comissão Coordenadora do Movimento dos Capitães e participou na elaboração do documento O Movimento das Forças Armadas e a Nação, verdadeiro programa político do Movimento dos Capitães, bem como na organização e desencadeamento da operação militar de 25 de abril de 1974, como oficial-estafeta. Às turmas envolvidas – 9º A e B – falou do Estado Novo, da Guerra Colonial, do inverno em que o País estava mergulhado como as alavancas para a revolução de abril e o novo Portugal.

sousa_e_castro_5Dando continuidade à atividade desenvolvida no ano anterior para assinalar o Centenário de Álvaro Cunhal,  o Arqº Filipe Dinis aceitou o nosso convite e esteve com as turmas – 8.º D, E e F, 9.º C – para contextualizar e falar sobre os Desenhos da Prisão (1ª série), adquiridos em abril de 2013.

desenhos_prisãoOs desenhos são feitos a lápis sobre papel, com um fantástico jogo de luz e sombra, e foram executados entre 1951-1959, numa cela da Penitenciária de Lisboa, onde Cunhal passou oito anos em total isolamento, e no Forte de Peniche, de onde se evadiu em janeiro de 1960. Durante cerca de dois anos (1949-1951), Álvaro Cunhal não teve acesso a qualquer material de escrita ou de desenho, mas, em 1951, passou a ser autorizado a receber papel e lápis. Para efeitos de controle, o papel era numerado folha a folha e assinado pelo chefe dos guardas da Penitenciária de Lisboa – Lino. O povo é a temática; o trabalho, a luta, o sofrimento, a miséria, mas também a alegria, a festa, a dança, são os ambientes representados. Curiosamente foi o povo camponês o escolhido como personagem central, não havendo qualquer referência ao operariado urbano. Os cenários, não tendo qualquer elemento concreto, real, remetem na sua generalidade para o campo ou para a aldeia. Nesta categoria de desenhos, a mulher é quase sempre a protagonista, sendo representada duma forma mais lírica e expressiva que o resto das personagens. A representação da mulher é muito importante, ela ocupa um lugar especial, apresentando-se forte, corajosa, trabalhadora, mas sobretudo feminina. Esta importância é patente mesmo nos desenhos em que a personagem é coletiva, pois a mulher está sempre presente, lutando ou trabalhando ao lado do homem, mas também dançando.





Concurso “Contadores de estórias da História”

6 04 2014

Cumprindo a tradição, chegaram à Biblioteca, vindos do passado os “Melhores contadores de estórias da História” para, no tempo presente, contarem e encantarem os que os ouviram. Com o Palácio de Queluz como cenário, os alunos selecionados nas turmas do 5.º e 6.º anos, escolheram uma estória, ensaiaram-na e apresentaram-na à Escola no dia marcado.

CONTADORES_HISTÓRIAS2A semifinal teve lugar no dia 20 de fevereiro em duas mãos, a 1.ª às 12H30; a 2.ª às 14H10, em que foram selecionados 6 alunos (3 alunos do turno da manhã e três do da tarde) para a final.

CONTADORES_HISTÓRIAS1
A final aconteceu no dia 27 de fevereiro, às 14H10, e sagraram-se vencedores os alunos:
o 1.º lugar – Andreia Pinto, 6.º J
o 2.º lugar – Ricardo Bessa, 6.º C
o 3.º lugar ex-aequo – Alexandrina Buimistru, 5.º D/ Madalena Martins, 6.º N

Agradecemos a participação de todos e aqui deixamos os parabéns aos vencedores. Esta atividade é uma inciativa do Departamento de Ciências Sociais e Humanas.





REVISTA DIGITAL “25 de abril – revolução dos cravos”

25 04 2012

   O Instituto Camões disponibiliza, agora, em formato digital (pdf), o volume n.º 5 da Revista Camões que dedicou, em 1999, à Revolução dos Cravos, aquando da comemoração dos 25 anos do 25 de abril.

  Clicando sobre o link, acedes à página do Instituto Camões, onde poderás fazer o download dos artigos que integram este número da Revista Camões:

  “25 anos de quotidiano diferente” de Cecília Barreira;

  “25 de abril: o cinema e o mundo” de José de Matos-Cruz;

  “A 25 anos de distância” de Francisco pinto Balsemão;

  “A BD e o 25 de abril: um outro olhar” de João Paulo Paiva Boléo;

  “A música em Portugal: instituições e protagonistas no último quartel de século” de Mário Vieira de Carvalho;

  “A «Seara Nova» e a revolução de abril” de António Reis;

   “As mulheres na clandestinidade: a minha experiência” de Zita Seabra;

 “Chovia em Santiago: a breve epopeia de Salvador Allende” de Maria João Martins;

 “Cronologia do 25 de abril” de autores vários.





Falar de ABRIL…

25 04 2012

Este é o título do poema escrito e lido para os mais jovens, pela autora, Professora Lucena Pereira, integrado na obra divulgada hoje, 25 de abril de 2012, em cerimónia pública, na e com o patrocínio da Junta de Freguesia de Monte Abraão.

Por nos falar de abril e vos ser dirigido, aqui o transcrevemos, para que os ideais de abril permaneçam:





QUADROS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL

22 04 2012

O Ministério da Educação e Ciência ofereceu, à Biblioteca Escolar, a obra “Quadros da História de Portugal” reeditado, em cerimónia pública, na Escola Secundária de Bocage, em Setúbal, na presença do Dr. Mário Soares (filho de um dos autores do livro), um representante da Gradiva Publicações e o Presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral, entidade bancária patrocinadora desta obra literária e histórica, que revisita a História de Portugal através de alguns dos episódios mais marcantes.

O Gerente do Montepio de Monte Abraão entregou o exemplar desta obra ao Diretor do Agrupamento, Agostinho Mateus, num breve momento que contou com a presença da prof.ª Odete Almeida, uma das professoras bibliotecárias do Agrupamento.

Visualiza algumas das pinturas que fazem parte desta obra: