Visita os recifes de coral … com o Google Street View Oceans

29 08 2013

Graças a uma parceria com cientistas australianos, a Google passou a disponibilizar, vistas panorâmica a 360 graus, de recifes de coral. A nova aplicação, Google Street Views Oceans, dá oportunidade aos utilizadores de visualizar os ecossistemas e de saber o estado de saúde dos corais graças a um rigoroso sistema que os monitorizam.

Na opinião de Ove Hoegh-Guldberg (site “LiveScience”) da Universidade de Queensland – Austrália, «os recifes de coral são dos ecossistemas que se encontram em maior risco de extinção no planeta».

google_ocean
Com recurso a sofisticadas câmaras fotográficas, uma equipa de mergulhadores tirou diversas fotografias e compôs vistas panorâmicas. Para além do equipamento fotográfico, construído para o efeito e designado SVII, é ainda utilizado um software de reconhecimento de imagem para acompanhar o desenvolvimento e outras criaturas marinhas no ecossistema.

câmaras_mergulhadores
Segundo o mesmo cientista, menos de 1% da população mundial visitou directamente os recifes de coral; agora, com este projecto qualquer um pode aceder aos corais, necessitando apenas de uma ligação à Internet.

A grande barreira de coral australiana, a reserva marinha na ilha filipina de Apo, a baía de Haunauma e os recifes de Molokini, ambos no Havai, são os locais cujas imagens que passam a ficar acessíveis aos utilizadores do Google Maps.

Espreita tu também uma pequeníssima, mas fabulosa parte deste maravilhoso mundo em que habitamos!





Sinfonia da Ciência

27 08 2013

Sinfonia da Ciência é um projeto da autoria do músico John Boswell que pretende usar a música como veículo de transmissão do conhecimento científico e filosófico a um público mais afastado da área científica.  John Boswell  edita e faz montagem de clips de vídeos científicos e de palestras/entrevistas de cientistas conhecidos, adicionando música da sua autoria às frases dos cientistas, criando assim fantásticos poemas/ canções.

O quinto vídeo desta série apresenta 12 cientistas e entusiastas da ciência:  Michael Shermer, Jacob Bronowski, Carl Sagan, Neil de Grasse Tyson, Richard Dawkins, Jill Tarter, Lawrence Krauss, Richard Feynman, Brian Greene, Stephen Hawking, Carolyn Porco and PZ Myers.

We are all connected;
To each other, biologically
To the earth, chemically
To the rest of the universe atomically[Feynman]
I think nature’s imagination
Is so much greater than man’s
She’s never going to let us relax[Sagan]
We live in an in-between universe
Where things change all right
But according to patterns, rules,
Or as we call them, laws of nature[Nye]
I’m this guy standing on a planet
Really I’m just a speck
Compared with a star, the planet is just another speck
To think about all of this
To think about the vast emptiness of space
There’s billions and billions of stars
Billions and billions of specks[Sagan]
The beauty of a living thing is not the atoms that go into it
But the way those atoms are put together
The cosmos is also within us
We’re made of star stuff
We are a way for the cosmos to know itself

Across the sea of space
The stars are other suns
We have traveled this way before
And there is much to be learned I find it elevating and exhilarating
To discover that we live in a universe
Which permits the evolution of molecular machines
As intricate and subtle as we [de Grasse Tyson]
I know that the molecules in my body are traceable
To phenomena in the cosmos
That makes me want to grab people in the street
And say, have you heard this??(Richard Feynman on hand drums and chanting)
[Feynman]
There’s this tremendous mess
Of waves all over in space
Which is the light bouncing around the room
And going from one thing to the other

And it’s all really there
But you gotta stop and think about it
About the complexity to really get the pleasure
And it’s all really there
The inconceivable nature of nature

 

 





Claude Debussy

22 08 2013

O Google homenageia, hoje, o compositor francês Claude Debussy que nasceu em Saint-Germain-en-Laye, a 22 de agosto de 1862, com o doodle que recria a sua obra “Clair de Lune”.

O doodle recria uma noite do século XX, pela qual circulam carros antigos e barcos, iluminados por uma lua cheia, num cenário típico europeu, ao som de uma obra para piano de Claude Debussy, um dos maiores fundadores do movimento impressionista na música.

Desde criança sentiu uma paixão pelo piano e aos 11 anos entrou no Conservatório Musical de Paris. A formação e o talento deram origem a um dos grandes nomes do seu tempo, premiado, desde muito jovem.

O seu talento e valia da sua obra valeram-se um importante prémio, entregue pelo governo francês: foi condecorado cavaleiro da Legião de Honra.

Morreu em Paris a 25 de março de 1918, aos 55 anos, vítima de cancro.

O que é um doodle? É um esboço, um desenho, uma caricatura, uma aplicação interativa que recorda factos ou pessoas, para assinalar efemérides ou fenómenos.