A arte na cozinha

20 08 2012


Quando o gosto pela cozinha atinge um invejável e deslumbrante patamar de arte!
Como os olhos também comem, deliciem-se!

A apresentação em PPT foi-nos gentilmente enviada por uma amiga. A beleza das imagens ditaram mais alto e levaram-nos a converter a apresentação em slideshare para que nos fosse possível divulgar esta arte.





Bosque leitor

19 08 2012

Bosque leitor de Marla Frazee, mais uma belíssima ilustração relacionada com o livro e com a leitura.

Fonte: Pinzellades al món




Esculturas em livros

18 08 2012

Alguns são os artistas que se têm dedicado à escultura em livros. Utilizando-os, recriam paisagens, dão vida a personagens e a cenários, prendendo ainda mais a atenção do leitor.

Além do vídeo acima, deixamos-te aqui imagens de alguns dos trabalhos de uma das engenheiras do papel, Su Blackwell.

Fonte: http://www.sublackwell.co.uk/portfolio-book-cut-sculpture




POPIGAMI Where POP-UP meets ORIGAMI

17 08 2012

Video do incrível livro pop-up “POPIGAMI When Everyday Paper POPS! Where POP-UP meets ORIGAMI” (POPIGAMI ¡Quando o papel quotidiano se torna PopUp! Onde o Pop-Up se encontra com o Origami).

Uma verdadeira obra de arte! Queres ver esta maravilha? Assiste ao vídeo com atenção:

Editado pela Intervisual Books, em 2007, este livro conta com as ilustrações de Francesca Diaz e os pop-ups de James Diaz.
É um livro pop-up em que o origami se une aos pop-ups e a engenharia de papel à arte e à imaginação. A história é contada por criaturas feitas em papel de texturas e qualidade do nosso quotidiano: pombas em papel de jornal voam por entre folhas de notícias anunciando a paz; barcos de papel de passaporte convidam-nos para uma viagem à volta do mundo que emerge de um mapa; pássaros de origami feitos de papel metalizado brilhante, invólucros de chocolate, voam entre espirais e folhas outonais; um par de dinossauros feitos em papel artístico erguem-se entre tesouras e materiais artísticos cuidando dos ovos que têm no seu ninho; patos em papel moeda nadam no café derramado sobre uma folha do plano mensal de atividades por entre clips, faturas de despesas, elásticos e outros papéis de escritório; um par de simpáticos cães de papel de embrulho ladram alegremente fora de casa e um dragão selvagem aparece em 3D no menu do restaurante de comida chinesa: uma garra, um corpo com picos e escamas, uma cabeça feita com um recipiente descartável para sopa de massa em vez de fogo, longas tiras de biscoitos da sorte ou boa fortuna.

 





Não era uma vez

16 08 2012

Uma história para pensar!





Library girl

16 08 2012

Shelving books on the night shift
It takes some time, but I guess I like it
Dewey’s decimals keep me company

Out the window, you are dancing
With those girls who can’t stop laughing
Lip-gloss, too hot, fake-baked drama queens

You were drinking a margarita
I was reading My Antonia
I got to thinking that

I don’t fit inside that world
And I’m not like those other girls
Oh no, I’m not, I think a lot
But please don’t be afraid

Just ‘cause I navigate the media
And use encyclopedias
It doesn’t mean that I don’t need
A boy just like you to talk to

Set my cup back on its saucer
At the coffee shop, reading Chaucer
With my iPod on my favorite track

The girls you’re with get turtle lattes
Decaf, skim-based, extra frothy
But you and I both drink our coffee black

You were talking about ACDC
And I was playing my Puccini
I got to thinking that

Repeat Chorus

You can buy me a margarita
And I will lend you My Antonia
You can take me to ACDC
And I’ll play you my Puccini
It doesn’t matter that

I don’t fit inside that world
I’m not like those other girls
Oh no, I’m not, I think a lot
But you are not afraid.

That I navigate the media
And use encyclopedias
It doesn’t mean that I don’t need
A boy just like you to talk to

REINA DELCID (cantora americana)




O que era um livro?

14 08 2012

Esta será, talvez, a questão que muitas crianças hão-de-colocar aos pais e aos professores um dia no futuro. Uma das respostas que lhes poderá ser dada pode assemelhar-se a esta:

“Os livros eram uma espécie de recetáculo onde armazenávamos muitas coisas que temíamos esquecer. Não havia nada mais mágico. A magia está no que dizem, em como uniam os diversos aspetos do universo num único conjunto” (in Fahrenheit 451 de Ray Bradbury).

O romance fala-nos de um futuro onde todos os livros são proibidos por se acreditar fornecerem informações e conhecimentos que tornam as pessoas infelizes, onde as opiniões próprias são consideradas antissociais e hedonistas e onde o pensamento crítico é suprimido. O personagem central, Guy Montag, trabalha como “bombeiro” (no romance o bombeiro não é aquele que combate incêndios, mas é o “queimador de livros”) na companhia 451 (temperatura da queima do papel em graus Fahrenheit (equivale a 223.º C). A partir do momento em que se deixa vencer pela curiosidade e o desejo de ler um livro, não mais consegue voltar atrás: devora livros e transforma-se numa outra pessoa. O seu trabalho deixa de ter sentido e depois de ser perseguido pela corporação que servia por ter livros na sua posse, fugiu para o meio das pessoas livro e tornou-se uma delas. Cada uma destas pessoas memorizava o livro da sua preferência e tornava-se nele, comprometendo-se com este gesto a perpetuá-lo. Na sua mente guardavam os livros e todo o conhecimento do mundo.

Este livro foi transformado em filme, em 1966, pelo cineasta francês François Truffaut. Podes vê-lo e lê-lo aqui: