A aventura da Terra

31 12 2009

“A Aventura da Terra: um Planeta em Evolução” é uma exposição organizada pelo Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa, inserida nas comemorações finais do Ano Internacional do Planeta Terra e que se prolonga pelo Ano de 2010 – Ano Internacional da Biodiversidade.

Ao longo de um friso cronológico com cerca de 100 metros, coluna vertebral de toda a exposição, é relatada a história e a evolução da Terra ao longo dos últimos 4600 milhões de anos. Durante cerca de 1.000 milhões de anos o nosso planeta sofreu intensas modificações químicas e geológicas, tendo os primeiros sinais de “vida” surgido há 3800 milhões de anos. Entre 500 e 400 milhões de anos atrás aconteceu a primeira invasão por plantas e animais. Ao longo do friso, podemos ver que a vida na Terra evoluiu desde formas primitivas simples (unicelulares) até formas mais complexas (pluricelulares com órgãos especializados).

 Esta exposição convida o visitante a valorizar melhor o nosso planeta e a compreender a sua fragilidade face à interferência do Homem. A “Aventura da Terra” procura contribuir para a interiorização da urgência em perspectivar o futuro do nosso planeta em termos da relação do Homem com o Ambiente, de forma a garantir a perpetuação do inestimável legado que é a Terra.

Este é o Anomalocaris ou “camarão anómalo”, a mascote da exposição. É um género extinto de invertebrado marinho, que viveu na Terra há 550 milhões de anos. Era um carnívoro que, na sua época, ocupava o topo da cadeia alimentar. Para apanhar as presas, nomeadamente trilobites, utilizava os dois apêndices articulados que possuía na parte anterior do corpo. Após capturada, a presa era levada até à boca, de forma circular e formada por diversas placas afiadas de diferentes tamanhos.
O seu tamanho variava entre 45 a 60 cm. Alguns exemplare podiam atingir 1 ou mesmo 2 metros.

 Na exposição podes ainda observar 6 globos, que representam as diferentes fases da evolução do Planeta Terra, começando pela “TERRA EM FUSÃO”, há 4560 milhões de anos, passando por um Ciclo de Supercontinentes: UR, RODINIA, PANNÓTIA e PANGEA, até chegar aos continentes tal como se apresentavam há 50.2 milhões de anos atrás, já relativamente próximo da actualidade.

  A árvore filogenética, árvore evolutiva ou árvore da vida, (the “tree of life” de Charles Darwin) ilustra as relações de parentesco entre grupos de organismos que habitam o planeta Terra. Os troncos representam os ancestrais comuns dos quais derivaram os diferentes grupos de seres vivos representados nos ramos.

 

 

 

 

 

 

Não percas esta exposição. Visita -a! Embrenha-te nesta aventura, na aventura do conhecimento.

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