Escritor do Mês na Cyberteca – resultados mês de Outubro

30 10 2008

E o vencedor do passatempo é…

o ANDRÉ FILIPE da TURMA 5º D!

Foi ele o primeiro a responder acertadamente às perguntas que foram colocadas.

Autor: Lewis Carrol

Livro: Alice no País da Maravilhas

Parabéns André!                  

Atenção ao passatempo do mês de Novembro que será colocado on line até dia 5 do respectivo mês.

Tu também podes ganhar! Participa!

O prémio será entregue na Festa de Natal.





Se tu lês, eles lêem

26 10 2008

O humano estabelece-se na imitação: um homem torna-se um homem apenas imitando outros homens. Adorno, Theodore Wiesengrund





27 de Outubro, Dia da Biblioteca Escolar – Ementa

26 10 2008
Todos os dias uma banana
Todos os dias um litro de leite.
Todos os dias uma peça de fruta.
Todos os dias um beijo.
Todos os dias um não.
 
E por que não incluir mais um alimento?
Todos os dias uma história.
 
Quando?
    Talvez quando o televisor, o banho, o jantar tenham acabado. Um pouco antes da birra nocturna, mesmo antes de dormir.
    Dez minutos de magia, para que capuchinhos, cabritinhos e princesas guiem os seus sonhos, alimentem a sua mente e as tornem mais sábias.
    Onde a nossa relação de amor, esgotada pelo cansaço da labuta diária, lhes possa dizer com ternura:
    “Era uma vez…”,
    ou, o que é o mesmo:
    “Gosto muito de ti!”
 
P.S. – Receita válida para todo o género de adultos.
In A magia de ler [Tarefas para os professores dos primeiros quatro anos do Ensino Básico] – José António Marina e Maria de la Válgoma.

A magia começa em casa: pelas vozes dos nossos pais, irmãos e avós deixamo-nos seduzir pelos encantos da leitura.

Como recuperar a magia da leitura?

Procura neste livro a resposta a esta questão. Os autores do livro sugerem tarefas, receitas mágicas para promover a leitura que poderão ser experimentadas quer em casa, pelos pais, quer em sala de aula, pelos professores.





Mês das Bibliotecas Escolares, Outubro 2008

26 10 2008
Sob o lema “Literacia e Aprendizagem na Biblioteca Escolar”, estamos a comemorar o Mês das Bibliotecas Escolares. Porque a BE/CRE está a ser alvo de requalificação, pedimos aos professores de Língua Portuguesa que, em sala de aula, propusessem aos seus alunos a criação de um acróstico com as palavras BIBLIOTECA ESCOLAR (2.º ciclo) e a produção de um texto sobre o significado e importância da BIBLIOTECA ESCOLAR, a partir da leitura e análise do cartaz oficial (3.º ciclo).
Lançámos um desafio à APEE, em geral, para a dinamização da actividade “Pais em Cena” e à Dr.ª Marta Leite (membro dos órgãos sociais da APEE), em particular, para a dinamização da actividade “Outras formas de ler e aprender”, as quais serão desenvolvidas ao longo desta semana.
 Gostaríamos de envolver, de igual forma, todos os Pais/Encarregados de Educação dos nossos alunos. Na impossibilidade de o fazermos temporal e fisicamente, aqui lhes recordamos algumas “receitas mágicas” para a motivação do(a) seu (sua) educando(a) para a prática frequente da leitura, pré-requisito para a literacia e a aprendizagem, e para a visita frequente da BE/CRE:
  1. Ler em família– Ver o pai, a mãe ou um irmão com um livro, uma revista ou um jornal nas mãos transforma-se numa referência importante para o seu próprio comportamento (…). A imitação é uma grande incitadora.
  2. Falar sobre livros – Ouvir comentar o interesse – ou, inclusivamente, o aborrecimento, por que não – que provoca o romance que têm em mãos prolonga a actividade leitora; cria-se uma transmissão de saberes e de comunicação muito importante para cimentar o gosto pela leitura.  
  3. Ler os livros apropriados para o seu filho – Conhecer a imensa oferta de livros infantis e partilhá-los com os filhos, permite-lhe a descoberta de uma literatura rica e variada, que propiciadora de bons momentos de conversa e convívio com as crianças.
  4. Procurar temas das suas preferências – Há livros infantis sobre muitos temas e dirigidos a mentalidades e idades muito variadas.
  5. Transformar a televisão numa aliada, não numa inimiga – Repare nos seus programas e filmes preferidos e procure livros relacionados com os seus gostos e interesses. É muito importante, sobretudo, não cair no “se não acabares de ler não há televisão”, para não transformarmos a leitura em castigo e a televisão em prémio.
  6. Conhecer a biblioteca da escola e a biblioteca pública próxima da sua área de residência – Umas e outras oferecem muitos mais livros do que aqueles que pode comprar para sua casa. As bibliotecas públicas oferecem, ao fim de semana, actividades à volta dos livros.
  7. Incluir, nos seus passeios e nas idas às compras, uma visita a uma livraria ou pela secção de livros do hipermercado – Mesmo que não se compre nada, fica a conhecer as novidades ou o que há sobre um autor ou um tema que lhe interessam.
  8. Procurar conhecer que tipo de leitor/a é o/a seu/sua filho/a e respeitar os seus ritmos – Há leitores compulsivos, que não param até terem terminado o livro. Há outros calmos. Há leitores que gostam de reler o mesmo livro. Há uns que preferem ler sozinhos e outros que adoram ler em conjunto. Dar uma margem à sua maneira de ler, contribui para consolidar o hábito.
  9. Aceitar que os seus gostos são diferentes dos dos pais – Tenha em mente que está a forjar o seu gosto pela leitura, não o do pai ou o da mãe. É preciso saber esperar para dar os livros adequados no momento oportuno.
  10. Descobrir os seus interesses e inquietações – Só assim, é possível definir estratégias que possibilitem o desenvolvimento do hábito efectivo e afectivo da/pela leitura. Está a criar um hábito, e deve contar com o tempo como aliado.
In A magia de ler [Tarefas para os pais] – José António Marina e Maria de la Válgoma.




Alunos Monitores

25 10 2008

Ao longo deste ano, vamos ter connosco na Biblioteca os alunos monitores. São 11 colegas teus que vão disponibilizar algum do seu tempo para te auxiliarem no mundo da informação. Nos dias 14 e 15 participaram em sessões de formação dinamizadas pelos Alunos Monitores da Escola Básica 2, 3 Galopim de Carvalho e pela Coordenadora do CRE, Professora Isabel Mendinhos, a quem agradecemos a simpatia com que nos receberam e a quem endereçamos, desde já, o convite para a inauguração da nossa BE/CRE. Com eles aprenderam comportamentos a adoptar e tarefas a desempenhar em cada uma das zonas funcionais que serão demarcadas na nova Biblioteca. Podes vê-los em formação no blog do CRE Galopim de Carvalho Monitores da EB2,3 D. Pedro IV de visita ao CRE  . Aprenderás a conhecê-los. Eles estarão identificados por um cartão que hão-de colocar ao pescoço e vestirão uma camiseta azul e branca com o logo da escola. Eles vão iniciar-se nestas lides a partir de próxima semana. Se os vires, não te surpreendas. Estão ao teu serviço! Podes contar com eles!





O “Bibliocamelo”, a 1ª biblioteca móvel!

24 10 2008

Sabias que a primeira biblioteca móvel data do ano de 938? Esta biblioteca pertencia ao erudito vizir persa Abdul Kassem Ismail, que viajava com 400 camelos que carregavam os 117.000 volumes da sua biblioteca privativa para onde quer que ele fosse. E sabias que os “bibliocamelos” eram treinados para andar de forma a que os livros se encontrassem sempre em ordem alfabética?

Esta história e outras história das Bibliotecas podes encontrá-las no “Library book”, um livro que te faz uma descrição da evolução das bibliotecas desde o tempo dos “bibliocamelos” até aos nossos dias, da autoria de Maureen Sawa.

 E já imaginaste quantos camelos precisaria o vizir, hoje em dia, para transpostar os milhões de livros que ele teria em microfilme?





O “Biblioburro”, uma biblioteca móvel no século XXI!

23 10 2008

Luís Soriano, professor, natural de La Gloria, Colômbia criou o “Biblioburro” por acreditar que o acto de trazer os livros ao povo pode, de alguma forma, melhorar a vida das populações.

Acreditando nesta ideia e, com a ajuda da sua filha Susana, passou a utilizar dois burros, o Alfa e o Beto, para levar livros às comunidades rurais da Colômbia. Começou com 70 livros e, neste momento, já possui mais de 4.800.

O que começou por ser uma necessidade tornou-se rapidamente uma obrigação, depois um costume e é agora uma “instituição”. 

Semanalmente, Luís Soriano aventura-se pelos perigosos caminhos colombianos, transportando com ele as mais diversas leituras! Nas paragens que vai realizando, encontra as crianças à sua espera só para o ouvirem ler excertos dos livros que levarão de seguida emprestados para leitura domiciliária!

O projecto do professor Luís Soriano foi transmitido pela rádio e recebeu, desde então, muitos donativos. A sua luta para espalhar a leitura pelas localidades rurais das terras colombianas continua.

Um grande aplauso para Luís Soriano!