1 de abril – Poisson d’Avril

2 04 2019

O dia 1 de abril é o dia das mentiras. Alguns alunos da Professora Carolina fizeram trabalhos para este dia, os quais foram expostos na biblioteca.

Algumas informaçoes sobre esta tradição…

«Não existe um registo oficial de como o 1º de Abril se tornou o dia das mentiras (também conhecido como o dia das petas, em Portugal)Das explicações apontadas a mais credível remonta à época em que o calendário usado pelos países da Europa mudou.

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Tudo aconteceu em França, em 1564. Até à época, o Ano Novo era comemorado a 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera, as pessoas trocavam presentes, e as comemorações prolongavam-se até ao dia 1 de Abril. Foi nesse ano que o Rei Carlos IX, da França, decidiu que o Ano Novo passaria a ser comemorado a 1 de Janeiro, o que causou grande confusão no país e no continente. Esta mudança gerou muitas confusões…

 

Se por um lado, as notícias demoravam a chegar às pessoas, fazendo com que a confusão fosse aproveitada para criar brincadeiras envolvendo mentiras, por outro, havia um certo número de pessoas mais conservadoras que decidiram manter as comemoração na data antiga, sendo ironizados pelo resto da sociedade, através do envio de presentes falsos. Estas brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, o que levou ao aparecimento do 1.º de Abril como o dia da mentira.

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Porquê, “poisson d’avril”?

Como na Quaresma os Católicos não podiam comer carne, os presentes mais trocados nessa altura eram peixes. Ora, quando chegava o 1º de Abril, começavam a distribuir peixes falsos (os tais “presentes falsos”), dando assim início à “plaisanterie du poisson d’avril” (brincadeira do 1.º de Abril).

 

Por isso, para manter viva esta tradição, neste dia as escolas são invadidas por peixinhos coloridos, em papel, que são colados discretamente nas costas do primeiro distraído. E quando alguém descobre um peixinho colado nas costas, todos gritam: “Poisson d’Avril”.»

in https://asnossasvoltas.blogs.sapo.pt/1o-abril-le-poisson-davril-50651

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Semana da Francofonia

23 03 2019

davEsta foi a Semana da Francofonia, que diz respeito à comunidade de países que têm como língua oficial o francês. Estima-se em 136 milhões o número de falantes nativos desta língua no mundo inteiro. É língua oficial em 29 países de todos os continentes, do Canadá, na América do Norte, a Vanuatu, um arquipélago no oceano Pacífico.

Realizámos uma pequena mostra comemorativa, pois o francês é estudado pelos nossos alunos como Língua Estrangeira II.

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Na tarde de 4.ª-feira, dia 20, um grupo de alunas do 7.º G proporcionou alguns momentos de animação cantando verbos em francês.

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Workshop Dia do Pai

23 03 2019

Para celebrar o Dia do Pai, a Biblioteca propôs a realização de um workshop, no qual os alunos inscritos puderam fazer uma lembrança para oferecer nesse dia especial.

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Semana da Leitura

16 03 2019

Durante a Semana da Leitura decorreram várias atividades na biblioteca e nas salas de aula, que tiveram como objetivo promover o livro e a leitura, bem como divulgar o que os nossos alunos fazem de melhor nesta área.

Foras realizadas as atividades “Hora do Conto” e “Dar Voz aos Livros”, que contou com a participação de alunos, de professores e de uma encarregada de educação que leram contos ou excertos de textos literários em várias salas de aula e na biblioteca.

Algumas alunas do 9.º B e do 9.º E partilharam as suas experiências de leitura com alunos do 5.º e do 8.º anos, a partir dos seus trabalhos para a Rotina de Oralidade.

Na quinta-feira, dia 14, realizou-se o Concurso de leitura Expressiva, para alunos do 3.º ciclo. O júri avaliou as prestações dos alunos selecionados pelos professores nas várias turmas e foram declarados os seguintes vencedores:

7.º ANO: Cinthya Rosa – turma A

8.º ANO: Catarina Jara – turma E

9.º ANO: Mariana Francisco – turma B

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Ainda na quinta-feira, os alunos de todas as turmas participaram numa atividade proposta pelo Plano Nacional de Leitura – um momento de leitura individual em sala de aula, nas aulas das 10 horas e das 15 horas e 15 minutos.

Ao longo da semana, realizaram-se sessões de escrita criativa e do concurso SMS – Ser Mais Sabedor, em que os alunos das turmas inscritas responderam a conteúdos da disciplina de Português.

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Para finalizar a semana, decorreu a votação dos Miúdos a Votos. Vários alunos inscreveram-se, consoante a sua disponibilidade, para integrarem a mesa eleitoral, tendo as eleições decorrido entre as 9 e as 18 horas. A votação teve uma grande afluência e o resultado da votação será publicado em breve. Fica atento!

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A Biblioteca agradece a colaboração de todos quantos participaram nas atividades!





Concurso Contador de Histórias

16 03 2019

davNo dia 14 de março, decorreu na biblioteca a final do Concurso Contador de Histórias, organizado pelo departamento de Ciências Sociais e Humanas.

Os apurados para esta fase tiveram, mais uma vez,  um ótimo desempenho, no entanto destacaram-se as prestações dos seguintes alunos:

– Matilde Alves – 5.º I – 1.º Lugar

– Daniel Relhas – 6.º F – 2.º Lugar

– Guilherme Soares – 5.º C – 3.º lugar

Parabéns aos vencedores!

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Semana da Leitura – 100 Anos de Sophia

16 03 2019

davEm 2019, celebra-se o centenário do nascimento da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, por isso iniciámos a celebração com uma pequena exposição com a biografia e alguns retratos da autora, bem como algumas das suas obras, as quais estão disponíveis para empréstimo na nossa Biblioteca.

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da “Carta dos 101 Católicos” contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.

in https://www.portoeditora.pt/autor/sophia-de-mello-breyner





Mulheres

16 03 2019

São mulheres, sim!

Aquelas que nem sempre se respeitam

Mas que se devem respeitar.

Aquelas que nem todos olham

Com olhos de olhar.

 

São mulheres, sim!

Aquelas que também trabalham

Sem ser dentro de casa.

Aquelas que, de facto,

Todos devemos admirar.

 

São mulheres, sim!

Aquelas que nos trazem ao mundo,

Sem qualquer motivo ou razão!

Aquelas que nos dão amor

E nos oferecem paixão.

 

São mulheres, sim!

Aquelas a quem devemos a educação,

O respeito e a vida,

Mas, em especial,

aquelas a quem mais devemos gratidão!

 

Sim, são mulheres!

E hoje é o dia delas…

Demonstra aqui o teu respeito

E sente aquilo que é para elas!

 

Luísa Afonso, 9.º B