A BECRE foi um dos espaços escolhidos pelo autor, José Movilha, para lançamento do seu primeiro livro “Escrito na cal”, uma publicação da Monóculo.
Vem conhecer o escritor e a obra.
A BECRE foi um dos espaços escolhidos pelo autor, José Movilha, para lançamento do seu primeiro livro “Escrito na cal”, uma publicação da Monóculo.
Vem conhecer o escritor e a obra.
Vai decorrer de 21 a 25 de maio, na BECRE, mais uma Feira do Livro. Queremos dar-te uma oportunidade para conheceres as novidades literárias e escolher os livros que mais te agradam para levares de férias.
Férias? Hum, hum! Exatamente, as férias estão à porta. Vais agora ter tempo para pores em dia as tuas leituras e aproveitar o teu tempo como melhor te apetecer.
As visitas das turmas, à Feira do Livro, serão feitas de acordo com o horário definido, acompanhadas pelos professores de Língua Portuguesa, Estudo Acompanhado, Apoio e Acompanhamento ao Estudo e Formação Cívica.
A Feira está aberta, diariamente, entre as 8H10 e as 18H30. Vem visitá-la!
SERÁS SEMPRE BEM-VINDO(A)!
De 2 a 9 de Maio, decorreu na BECRE, a Semana do Artesanato, um tributo aos muitos artesãos – alunos, professores atuais e professores aposentados, assistentes operacionais, encarregados de educação – que, nas horas livres, criam os seus artefactos, as suas obras de arte, dando a conhecer o seu espírito criativo e empreendedor. Na Biblioteca mostraram-se telas, artefactos em tecido e em EVA, rendas de cinco agulhas, bijutaria, velas artesanais, poesia como a que abaixo divulgamos com o pseudónimo autografado (no respeito pelos direitos de autor, foi solicitada autorização à autora/pintora):
Escusado será dizer que a agitação foi grande, principalmente nos intervalos. Com a aproximação do Dia da Mãe, muitos miúdos e graúdos aproveitaram para lhes adquirir um presentinho que as surpreendesse naquele dia, um presente da sua escolha, sincero, prova do seu amor.
No dia 4, às 18H45, aconteceu um workshop, aberto a todos os interessados, para demonstração da execução de artefactos em borracha EVA, uma mistura de alta tecnologia de Etil, Vinil e Acetato, borracha não tóxica que pode ser, e é, aplicada em diversas atividades artesanais. Como é fácil e engraçado trabalhar este material! Uma vez mais, para ser bem sucedido, basta empenho, criatividade e empreendedorismo.
A todos os artesãos envolvidos aqui deixamos o nosso MUITO OBRIGADO. Sem as suas peças não teria sido possível organizar esta mostra. A todos os que auxiliaram no atendimento do público e na vigilância dos espaços, fica o nosso apreço. A Biblioteca Escolar agradece, também, a todos os que com a sua compra, contribuíram para tornar mais rica a sua coleção de literatura.

Para celebrar o Dia da Criança, a BECRE convida-vos a participar no Concurso de Mocs – 5.ª edição. Só precisas de ser aluno(a) do Agrupamento, gostar dos “Bricks” mais famosos do mundo, para com eles construíres um MOC e o entregares na BECRE, até ao dia 30 de maio!
O que é um MOC?
MOC – MY OWN CREATION é uma criação Lego, imaginada e construída por ti, com os coloridos tijolos da LEGO. Não há tema, nem limite de peças. Só tens que dar asas à tua imaginação e criatividade e … deitar mãos à obra.
A bicileta que tinha bigodes, da autoria de Ondjaki, foi a obra vencedora do Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2012. A obra tem a chancela da Caminho e foi considerada a melhor entre 263 outros títulos, apresentados a concurso por 48 editoras nacionais e um autor, a título individual.
Eis o que Ondjaki escreve no seu blogue:
“essa fogueira de sermos meninos”
o corpo deste texto é um abraço de amizade e de saudade:
ao luís bernardo honwana – esta minha Isaura é em homenagem à tua…; obrigado pela tua voz, pelo Cão Tinhoso, pelos olhos da tua Isaura;
e ao manuel rui – tu sabes: (quase) todos nós, dos anos 80, somos um pouco a ficção e a realidade do teu “Quem me dera ser onda”; obrigado pelo teu olhar também, em voz de contar e de dizer as nossas brincadeiras de rua, mais as estigas nas bermas da nossa língua toda desportuguesa…
não há como fugir ao que tem de ser dito: escrevemos em busca da voz que mais nos fala por dentro. ajustando a vida (a escrita?) às “falas do lugar”. escrevendo para lembrar o que ainda não tinha sido contado…
vos agradeço, vos abraço: em criança como agora, eu andava em busca das vossas estórias para fingir e acreditar que os livros sempre inventam essa fogueira de sermos meninos à volta dela…
ondjaki
Jonathan Chong, animador australiano, dá vida ao lápis com este vídeo com que participou no Melbourne Indie-Folk Artist Hudson.
Impensável, não?
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